Gêneros
Administração
Artes
Astrologia
Biografia/ Memória
Chick Lit
Ciências
Ciências Políticas
Ciências Sociais
Cinema
Contos/ Crônicas
Culinária
Desenvolvimento pessoal
Desenvolvimento profissional
Economia
Educação
Ensaio/ Teoria literária
Entretenimento
Esoterismo
Espiritualidade
Filosofia
Geografia
Guerra
Guia
História
Infantil
Jovem Adulto
Juvenil
Literatura
Negócios
Obras de referência
Pensamento
Poesia
Policial
Política
Psicologia/ Psicanálise
Quadrinhos
Qualidade de vida
Relacionamento
Religião
Reportagem
Romance brasileiro
Romance estrangeiro
Romance histórico
Suspense
Teatro
Thriller
Viagem/ Aventura
Coleções
Autores
Tenha acesso a
conteúdos exclusivos.

leitor
livreiro
professor

Email:
Senha:
Lembrar senha
Psicologia/ Psicanálise Home > Psicologia/ Psicanálise > A psicanálise dos contos de fadas
A psicanálise dos contos de fadas
Autor: Bruno Bettelheim
Título Original: The Uses of Enchantment
Tradutor: Arlene Caetano
EAN: 9788577530380
Gênero: Psicologia/ Psicanálise
Páginas: 448
Formato: 16 x 23 x 2,5 cm
Editora: Paz e Terra
Preço: R$ 74,90
   

Relançamento de um sucesso da Paz & Terra, agora com nova capa
 
Em A Psicanálise dos contos de fadas, Bruno Bettelheim faz uma radiografia das mais famosas histórias para crianças, extraindo-lhes o seu verdadeiro significado.

Os contos de fadas, considerados por pais e educadores até pouco tempo como “irreais”, “falsos” e “cheios de crueldade”, são, para as crianças, o que há de mais real, por lhes falar, em linguagem mágica sobre o que é real dentro delas. Os pais temem que os contos de fadas afastem as crianças da realidade, por meio do encantamento e da fantasia. Porém, o real, a que adultos comumente se referem, é o extremo, é o mundo circundante, talvez mais cruel do que o das fadas; o conto de fadas, por outro lado, fala de um mundo fantástico, que é bem mais real para as crianças. Isto fica ainda mais claro quando as histórias se situam na “Terra do Nunca”, ou no “Era uma vez um país muito longe...”, ou “Numa época em que os bichos falavam”, evidenciando, assim, que não se trata do aqui, nem do agora da realidade adulta, mas de um território fora do tempo e do espaço.

Durante muito tempo, os contos de fadas jazeram esquecidos, desprezados e banidos sob a alegação de irreais e selvagens, em vista de suas tramas sempre altamente dramáticas.

Depois que a psicanálise desmitificou a “inocência” e a “simplicidade” do mundo da criança, os contos de fadas voltaram a ser lidos (e discutidos) justamente por descreverem um mundo pleno de experiências, de amor, mas também de destruição, de selvageria e de ambivalências. A psicanálise provou que, na verdade, os pais temem que os filhos os identifiquem com bruxas e monstros, ogros e madrastas e, consequentemente, deixem de amá-los. Porém, ao contrário, podendo vivenciar tudo, identificando a si mesmos e aos pais com personagens dos contos, os filhos têm sua agressividade diminuída, podendo amar os pais de maneira mais sadia. O conto, assim, contribui para um melhor relacionamento familiar, desmanchando as fontes de pressão agressiva que poderiam ser dirigidas aos pais. 

Entretanto, a maior contribuição dos contos de fadas se dá em termos emocionais ao propor e, concretamente, realizar a fantasia, o escape, a recuperação e o consolo. Desenvolvem na criança a capacidade de fantasiar; fornecem-lhe escapes necessários falando a seus medos internos, a suas ansiedades e seus ódios, seja para vencer a rejeição (como em “João e Maria”), ou para enfrentar os conflitos edípicos com a mãe (como em “Branca de Neve”), seja para se portar diante da rivalidade com irmãos (como em “Cinderela”), ou dos sentimentos de inferioridade (como em “As Três Penas”).

Os contos aliviam as pressões exercidas por esses problemas; favorecem a recuperação, incutindo coragem na criança, mostrando-lhe que é sempre possível encontrar saídas; e, finalmente, consolam, e muito: o “final feliz”, que tantos adultos consideram “irreal” e “falso”, é a grande contribuição que eles fornecem à criança, encorajando-a à luta por valores amadurecidos e a uma crença positiva na vida.

A psicanálise dos contos de fadas mostra as razões, as motivações psicológicas, os significados emocionais, a função de divertimento e a linguagem simbólica do inconsciente que estão subjacentes nos contos infantis.

Bruno Bettelheim
Bruno Bettelheim, reconhecido em todo o mundo como um dos maiores psicólogos ...


Filhos adultos mimados, pais negligenciados: Efeitos colaterais da educação sem limites
Tania Zagury
R$ 42,90

O sujeito na contemporaneidade: Espaço, dor e desalento na atualidade
Joel Birman
R$ 47,90

O ciclo da auto-sabotagem
Patricia Hermes, Stanley Rosner
R$ 32,90


Novo livro de Fabricio Carpinejar entra para a lista de mais vendidos da Veja
04/06/2018
Saiba mais

Contos de Nei Lopes são tema de curso no Centro Afrocarioca de Cinema
Saiba mais

Banda The Rolling Stones completa 56 anos. Leia a biografia dos roqueiros, publicada pela Record
25/05/2018
Saiba mais

Livro vencedor do Pulitzer 2018 será lançado no Brasil pela Record
15/05/2018
Saiba mais