Gêneros
Administração
Artes
Astrologia
Biografia/ Memória
Chick Lit
Ciências
Ciências Políticas
Ciências Sociais
Cinema
Contos/ Crônicas
Culinária
Desenvolvimento pessoal
Desenvolvimento profissional
Economia
Educação
Ensaio/ Teoria literária
Entretenimento
Esoterismo
Espiritualidade
Filosofia
Geografia
Guerra
Guia
História
Infantil
Jovem Adulto
Juvenil
Literatura
Negócios
Obras de referência
Pensamento
Poesia
Policial
Política
Psicologia/ Psicanálise
Quadrinhos
Qualidade de vida
Relacionamento
Religião
Reportagem
Romance brasileiro
Romance estrangeiro
Romance histórico
Suspense
Teatro
Thriller
Viagem/ Aventura
Coleções
Autores
Tenha acesso a
conteúdos exclusivos.

leitor
livreiro
professor

Email:
Senha:
Lembrar senha
Viagem/ Aventura Home > Viagem/ Aventura > Vietnã pós-guerra
Vietnã pós-guerra
Autor: Airton Ortiz
EAN: 9788501087911
Gênero: Viagem/ Aventura
Coleção: Viagens radicais
Páginas: 266
Formato: 16 x 23 cm
Editora: Record
Preço: R$ 52,90
     

Aventureiro profissional, escritor e jornalista especializado em esportes radicais, o gaúcho Airton Ortiz já percorreu meio mundo caçando aventuras, especialmente as que rendessem boas histórias para contar aos seus leitores. Seus relatos de viagem, repletos de descrições minuciosas, fazem parte da Coleção Viagens Radicais, dedicada a experiências fantásticas e reais nos lugares mais inóspitos, exóticos e interessantes do planeta.
Depois de escalar o Kilimanjaro, a montanha mais alta da África, percorrer as trilhas
do Himalaia, no Nepal, desafiar o Serviço Secreto do Exército da China e viajar até o gelado Alasca, Ortiz relata agora sua expedição pelo Sudeste asiático em VIETNÃ PÓS-GUERRA, seu décimo livro pela Coleção Viagens Radicais. Apesar de ter visitado Tailândia, Laos e Camboja, a aventura está centrada no Vietnã, pois o autor percorreu todo o território vietnamita, viajando de Hanói, no Norte, a Saigon, no Sul, passando pela baía Ha Long e pela Zona Desmilitarizada, antiga fronteira entre o Vietnã do Norte e Vietnã do Sul.
Acompanhado pelo repórter fotográfico Luiz Antônio Ferreira, Ortiz visitou os locais onde se deram as maiores batalhas durante a Guerra do Vietnã.  Seu objetivo nessa viagem é recontar a história da guerra a partir do ponto de vista dos vietnamitas, pois quase tudo o que se conhece sobre esse conflito chega ao Brasil pela visão da imprensa norte-americana.
Na chegada a Hanói, o repórter descobriu que até o nome da guerra é diferente dependendo de quem a conta. Para os Estados Unidos, e para o resto do mundo, tratou-se da Guerra do Vietnã. Mas para os vietnamitas ela é conhecida como Guerra Americana. Outro fato que surpreendeu o jornalista: enquanto a imprensa ocidental informava que o motivo da guerra era impedir o avanço do comunismo no mundo, isso em plena Guerra Fria, para o povo do Vietnã a luta era para defender o país da invasão de uma potência estrangeira.
O Vietnã é um país com um sistema político ditatorial, onde a burocracia ligada ao Partido Comunista ─ que de comunista não tem mais nada ─ governa com mão de ferro. Não há liberdade de imprensa nem partidos de oposição. Mas o sistema econômico é capitalista, baseado na economia de livre mercado.
Um encarte de 16 páginas de fotos coloridas ilustra esta emocionante viagem. Os repórteres percorreram também o delta do rio Mekong, uma região selvagem onde para sobreviver foi preciso comer carne de cobra, único alimento disponível. “Navegar pelo rio Mekong”, explica Airton Ortiz, “foi uma das maiores aventuras que já enfrentei”.

Airton Ortiz

Airton Ortiz é jornalista, escritor e fotógrafo. ...



Expresso para a Índia
Aírton Ortiz
R$ 64,90

Guia secreto de Buenos Aires
Duda Teixeira
R$ 14,90

Culture Smart! Alemanha
Barry Tomalin
R$ 42,90


Airton Ortiz na 58ª Feira do Livro de Porto Alegre
Porto Alegre/RS
02/11/2012
Saiba mais

Airton Ortiz em sessão de autógrafos em Porto Alegre
Porto Alegre/RS
17/10/2012
Saiba mais

Jerusalém ganhou o prêmio Livro do Ano, da Associação Gaúcha de Escritores (AGES)
Saiba mais

Airton Ortiz ganha o Prêmio Livro do Ano, na categoria crônica
25/11/2011
Saiba mais